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quinta-feira, novembro 30, 2006



Acertou que disser que o primeiro da esquerda pra direita é o Bennu.
Só ele tem esse olhar direto.

quinta-feira, novembro 23, 2006


Bennu - ontem e hoje

Essa foi a foto enviada pelo criador do Bennu...
Ele era muito bonitinho, uma fofura de filhote.
Hoje ele é um adulto belissimo, porte "atlético", um labrador arrasador...

Bennu está com 3 anos e parece um filhote, ainda aprende truques novos. Essa semana ele aprendeu finalmente a entregar a bola na nossa mão sem tentar sair correndo para nos fazer correr atrás dele.
Ele não é muito agitado, por ser um retriever inglês, mas as vezes tem uns ataques de cachorro biruta: brinca de submarino na bacia de água (que já é bem grande) e sai correndo em disparada encolhendo o bumbum... É hilário de se ver! Um dia ainda faço um vídeo disso...

sábado, novembro 18, 2006


Pose de caçador.
Lá estava ele brincando, como sempre, quando derrepente algo toma a sua atenção, logo ele faz a sua pose de caçador, fica olhando fixamente e se prepara para o bote...
Bennu pula os banquinhos e corre para a cozinha, faz um barulhão danado, quando fui ver era apenas uma largatixa, coitadinha, ficou esmagada...
Esse ossinho é só meu!

sexta-feira, novembro 17, 2006

Três horas da manhã...
O sofá todo bagunçado.
Bennu dormindo na maior tranquilidade e nem acordou com a minha presença, valeu a foto.
A Simbologia da Fênix
A Fênix era o pássaro simbólico do retorno, representando vários ciclos de tempo como ensinado nas antigas escolas de mistérios. A Fênix era a constelação na qual Sothis (A Estrela de Set) era a estrela principal. Como uma constelação provavelmente correspondera à de Cygnus e Aquila, a Águia. Tanto o cisne quanto a águia eram representações de Bennu ou pássaro do retorno. Estes podem ser encontrados representados nas tradições mais antigas de formas similares. a Fênix dos romanos era a Águia, enquanto que a alternativa dos Hindus e Sumérios (Yezidi) foi o Pavão. De acordo com Plinius, a vida da Fênix tem direta conexão com o ano maior do ciclo de renovação, a duração deste ciclo, no qual as estrelas e constelações retornam a suas posições originais, varia de acordo com diferentes autoridades. Um prescreve um período de 666 anos, outro, de 1461 anos, sendo este período o específico do ciclo de Sirius. Heródoto afirma que a Fênix ressurge a cada quinhentos anos, dando ele, portanto, este número como a duração do ano maior de retorno cíclico. Os adoradores de Set eram os astrônomos mais eruditos do Antigo Egito, havendo rumores de eles terem sido os construtores da Grande Pirâmide. Eles estavam informados do ciclo de recessão e calcularam-no como um período de 52 períodos da Fênix, sendo cada um destes de quinhentos anos. Portanto, de acordo com o Sacerdócio de Set original, o Grande Ano tinha 26 mil anos. A Fênix era conhecida como "A Dupla Trilha", a ave do retorno e a eterna vindoura e, como tal, era representada na Ordem da Aurora Dourada (Golden Dawn) como o Mestre que empunhava a vara da Fênix. Este título específico é também mencionado no terceiro capítulo do Livro da Lei e é de relevância específica como expressão da fórmula dinâmica de Thelema e Agape na magia sexual moderna. No Egito, a ave Bennu ou Fênix era representada pelo Heron ou Falcão e sendo que o falcão dourado era visto como o veículo solar e fálico de Hórus, podemos ver a relação direta com a mensagem do Livro da Lei e a comunicação de Aiwaz. A Fênix era escolhida como um glifo do Cajado Duplo (Double Wanded One) porque simbolizava retorno cíclico ou aeonico. O Aeon renova-se como a Fênix e portanto a relação entre estes dois conceitos dá algum crédito a uma mensagem interna por trás de Thelema. A mensagem interna está baseada no fato de que o primeiro herói celestial não foi o Sol, mas o conquistador do fogo solar, representado pela estrela Canis não apenas como um Senhor do Fogo mas como um governante do fogo. Portanto, quando o Sol achava-se no signo de Leão e o calor africano estava perto do intolerável, Set como a Estrela Cão ou Set/Hórus (Orion) ascendia. E então quando o Sol atingia sua altura máxima e começava a declinar, a Estrela Cão de Sirius e os gêmeos Hórus/Set (Orion) eram adorados como conquistadores das causas de tormenta. O Deus Set que derrotou o Leão do Sol e trouxe a cheia do Nilo era o arauto das transbordantes águas de Nuit que salvam as terras de aniquilação. Em termos esotéricos, Set é a besta que salta do sol ou Falo e ascende como a Fênix do dilúvio das águas cósmicas que irradiam de Nuit através do abismo em direção aos mundos ou dimensões mais baixas. Crowley restaurou a tradição Draconiana mais antiga e o culto sem nome que se espargiu além dos Aeons e trouxe a humanidade para o limiar dos diversos ciclos Aeonicos. Estes ciclos são preparatórios para a ascensão do ser humano, como uma Fênix, em um novo estado de ser, o Homem Superior. Para entender plenamente a mensagem do pássaro Bennu, devemos primeiramente examinar na Qabbalah esta fascinante criatura e sua relação com a formação do Homem Superior e as vindouras correntes de energia.

Análise Cabalística da Fênix
Antes de podermos entender verdadeiramente as atividades da Fênix como a ave de dupla vara na Árvore da Vida, devemos estruturar a Árvore duma maneira que nosso conjunto de imagens seja coerente dentro desta forma de simbolismo. Primeiramente, dividamos a Árvore em três formas de correntes de energia :

Estelar, Solar e Lunar.
1. Forças Estelares: · Substância Raiz : Set, Nuit ou Ain; · Força Oculta : Hadit ou Kether.
2. Forças Solares: · Substância Raiz: Therion ou Chokmah; · Aspectos Planetários: Hórus / Set (modo superior de Tipheret), Osíris / Typhon (modo inferior de Tipheret).
3. Forças Lunares: · Substância Raiz: Babalon ou Binah; · Aspecto Planetário : Ísis / Hecate ou Yesod.

Este sistema de divisão formula a Árvore da Vida de tal modo que reflete as formas trinas de Força Cósmica. As Forças Estelares irradiam dos Supernais e usando a substância raiz de Therion e Babalon formam as correntes Solar e Lunar na Árvore. A corrente Solar é formada pela Cruz Circular Cósmica, sendo a força de Tipheret dividida em quatro pólos :
A Metade Superior é composta de Hórus e Set em seus modos solares. Eles recebem as forças das Supernais e as irradiam para os mundos inferiores via esfera Lunar. A Metade Inferior é composta da egrégora solar (ou mente-grupo) deixada pelo Aeon passado, é sombreada pelas forças do topo, mas ainda tende a influenciar a radiação da força. Esta dualidade Topo/Fundo traz à mente a necessidade imperativa de reavaliar e reinterpretar os ensinamentos do velho Aeon sob uma nova luz ao invés de rejeitá-los duma só vez. Esta ação redime as energias do centro inferior de Tipheret e alinha-as com a nova corrente.
Embora energia seja irradiada de Binah nas esferas Lunares, a maior radiação de força no centro Lunar é através da Cruz Circular Solar. Esta radiação é importante pois focaliza o mediante de energias no Centro Sol da Criança Coroada e é nesta localidade que o mistério da Fênix começa. Irradiações de Energia As energias irradiadas dos Supernais entram em Tipheret através das águas do Abismo, aqui a energia é filtrada e adaptada e aquelas vibrações afins com a esfera Lunar são irradiadas através dos Caminhos para o vórtice Lunar. Estes centros de irradiação energética estão no centro de Tipheret, a Criança Solar ou Hórus, que forma o glifo externo da Fênix. Hórus ou Heru-Ra-Ha é o Senhor do Duplo Cajado, cuja imagem esotérica é solar em orientação. Entretanto, esta é apenas uma aparência, a verdadeira natureza da Fênix é encontrada dentro dos aspectos mais escuros deste ícone. Por assim dizer, sua natureza real é Ain ou Set. Isto é óbvio na imagem do Pavão como usada pelos Yezidis Sumérios.
A Fênix Suméria era simbolizada pelo Pavão, pois cada uma de suas penas contém um "olho". A numeração de "olho" é setenta ou Ain. A Fênix em todas suas formas, é o distribuidor central de energia da Árvore da Vida, suas formas estendendo-se por toda a criação através de Hórus e para o Nada através de Set. Sua forma, então, cria uma ponte entre os ciclos a partir da manifestação em direção à dissolução. A Ressurreição da Fênix Em mitologias antigas, a Fênix lança-se sobre as cinzas de civilizações caídas para nascer novamente. Esta imagem forma o aspecto mais importante da análise cabalística do pássaro Bennu.
Conforme manifesta-se o Novo Aeon e as forças de Set irradiam-se mais forte do seio de Hórus, a Fênix ergue-se de seu local em Tipheret e move-se para os mundos superiores, e conforme ocorre este movimento, a onda de vida é arrastada através do Abismo e os escombros da civilização caída são deixados para trás. Conforme ascende, suas asas englobam Babalon e Therion, que são então unidos em seu peito como Baphomet, Pan, Hadit ou Kether (andrógino). Aqui, agora, Hórus torna-se o Senhor da Criação e, ainda, o ciclo não está completado. Hórus como Hadit afoga-se na eternidade de Set (Nuit) e o Universo retorna para o sono cósmico (Pralaya). Apenas aqueles que entraram na Fênix podem alcançar o Presente de Set, apenas aqueles que se tornaram imortais através do poder da Vontade podem atingir o Dom da Verdadeira Vontade. Este processo envolve um pleno entendimento de práticas esotéricas da Fórmula da Fênix.
Bennu e o seu velho puff

Essa era a cama do Bennu, ele adorava esse puff, eu me gabava de seu comportamento exemplar, Bennu nunca tinha dado uma mordida sequer em seu querido puff, mas um belo dia, depois de estar mais crescido, Bennu passou a dormir fora de casa, numa casinha embaixo da escada, coloquei o puff lá para ele dormir, derrepente na manhã seguinte surgiu vários floquinhos brancos na minha área, o puff já era.

Repare na capa do sofá...
Duas camadas de lençois e ainda crochê
Bennu tinha pavor de barulho de bomba, essa foto foi tirada no final do ano, qualquer estouro e lá estava ele se encolhendo em qualquer lugar em que estivéssemos, ainda bem que ele perdeu esse medo.

sábado, novembro 11, 2006



Carinha de "Ãh?!"

Esse dia foi demais, Estavamos em 2002, Bennu tinha 4 meses e tinha acabado de destruir o tapete do banheiro, quando cheguei em casa ele estava lá com cara de "o que eu fiz?" com a prova do crima na maior...
Em vez de brigar com ele, eu não aguentei, ele tava tão bonitinho com aquela carinha lavada que minha unica reação foi a de pegar a câmera.

Fazer o que né... Enquanto a destruição não é grande a gente vai relevando...

Folga pura...

Cenas assim eram comuns. Após um surto de cinomose que assolou o nosso quintal, Bennu teve que dormir dentro de casa , foram quase seis meses de bagunças, móveis arrasados, até o puff foi para o espaço, essa foi a ultima foto antes do crime fatal: pobre puff ganhou um buraco tão grande que teve se ser sacrificado.
Bennu amava ficar deitado nesta posição, era assim no sofá e na cama...

Um belo dia, após o sacrifício do puff, ele foi pego na maior folga no nosso sofá, parecia até o "líder" da casa. Jogou as almofadas no chão e se acomodou, detalhe: O sofá tinha uma camada extra de panos para evitar as "mordiscadas" matutinas.
Nosso banheiro virou o banheiro dele, tudo era no jornal! Apesar do trabalho todo, esa foi uma ótima fase.
Hoje ele está com quatro anos e com um vigor de filhote, muito brincalhão e destruidor de brinquedos de borracha indefesos e potes de metal distraídos.

quinta-feira, novembro 09, 2006

Esse é o Bennu aos 6 meses, deitado no seu puff favorito que hoje já não existe mais.